História - 2018

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RESUMO

Esta pesquisa teve como objetivo levar os jornais como ferramenta e fontes para o ensino de história, com métodos que possam facilitar a dinâmica entre educador e educando. O jornal como fonte histórica e de pesquisa traz relatos que ocorreram a muitos anos atrás e por ele ser um veículo de informação utilizado a anos ele tem credibilidade atualmente, pois antes ele não era visto como uma fonte segura. Sendo assim pode ser abordado em sala de aula, sobre assuntos que marcaram a história do país. No Brasil a ditadura militar foi marcada por vários acontecimentos como coloca Fonseca (2003), na qual o autor mostra os dois lados do regime. Em sala de aula o tema é abordado, mas não tão universalizado mostrando os vários pontos existentes e duradouros dos mais de 20 anos do mesmo, como coloca Bittencourt (2009). Este artigo está dividido em 2 partes na qual estão presentes a história do jornal impresso no Brasil até o período da ditadura e a Propostas de utilização de jornais nas aulas de história para as turmas do 3° ano do ensino médio da EEEFM Dr. Ulisses Guimarães, localizada na cidade de Belém/PA.

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O objetivo deste trabalho é valorizar o símbolo e a representação do Patrimônio Público que é o Ver-o-Peso, considerando o que ele representa para Cultura paraense. Essa feira ao ar livre é importante tanto para quem trabalha nela quanto para seus frequentadores. Discutir-se-á, com base nas representações populares, de que forma as estratégias de gestão política se apropriam dos valores ligados a memória histórica. Não é intuito deste trabalho apenas falar sobre o início da reforma na gestão de Edmilson Rodrigues, mas compreender a partir desta como os valores de cultura dentro do Patrimônio Histórico nos permite agregar na sociedade a importância do aspecto imaginário com contexto apropriado a seu histórico. Entenderemos que o local traz um sentimento de apego, fazendo com que o Ver-o-Peso não seja uma simples feira na capital paraense.

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Esse trabalho tem como objetivo compreender as relações de poder que influenciaram a estética corporal de Fafá de Belém, onde podemos perceber que Fafá é uma condutora de seu corpo, os períodos que estão sendo pesquisados são as décadas de 70 e 80, onde a ditadura civil militar brasileira intervia de maneira árdua na forma que a população expressava seus pensamentos. Neste objetivo, temos como foco a cantora Fafá de Belém à mesma se mostra precursora de uma nova representação da mulher amazônica, levando para o Brasil novas possibilidades das mulheres se afirmarem perante a sociedade. Foi utilizado como fontes a canção sedução de Milton Nascimentos e Fernando Brant e periódicos como as Revistas: Pop, Contigo!, Grande hotel e por fim o jornal o pasquim. Podemos compreender que Fafá de Belém passa de uma crítica social para um corpo desejável, características que foram empregadas para a mesma no período pesquisado como sensual, selvagem, exótica, são associadas até hoje as mulheres do norte do país.

RESUMO

Este trabalho traz um breve histórico do livro didático no Brasil, um panorama entre política e educação vigente no Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) e na Base Nacional Comum Curricular (BNCC), tem seu objetivo direcionado a uma análise a respeito do uso do livro didático de historia com ênfase nas abordagens teóricas e metodológicas vinculadas ao processo de ensino e aprendizagem, dialogando com alguns autores que dissertam sobre a temática (DAVIES, 2007), (STAMATTO, 2008), (BITTENCOURT, 2008) etc. Para tal análise a abordagem deste trabalho segue a linha de pesquisa da chamada história oral palitado nos critérios e embasamento teórico de (PORTELLI, 1997) e (FERNANDES, 2004). Serão realizadas entrevistas com professores de história da rede pública e privada de Belém do Pará.

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 Neste artigo temos por finalidade debater acerca das representações incutidas no movimento da Polícia Militar do Pará que se deu nos anos de 2013-2014, pondo em discussão a maneira que os militares utilizaram para expor suas insatisfações e reivindicações perante o Estado e a sociedade em geral. Para isto, nos dispomos a analisar as representações da realidade presentes nos discursos dos atores históricos coparticipantes do evento em questão, e também, devido à escassez de fontes documentais de caráter policial, nos valemos de análise de periódicos para a discussão proposta. Sendo assim, após a apresentação dos discursos e fontes produzidas pela imprensa, avaliamos que os praças defenderam a ideia de que fizeram um movimento reivindicatório, o governo defende de que foi uma atrocidade à constituição, os oficiais revolta, e a imprensa apresenta diversos posicionamentos acerca do assunto. Portanto, todos os agentes citados, absorveram, e justificaram os fatos ocorridos de formas diferentes.

RESUMO

A pesquisa aborda a cultura popular com ênfase no samba na cidade de Belém do Pará nos anos de 1920 a 1925, onde apresenta o contexto socioeconômico e cultural em que a cidade está inserida, com o objetivo de visualizar valores empregados, predileções musicais das elites e mostrar a dicotomia social, no qual, a discussão em torno dos padrões pavimenta o entendimento das concepções culturais construídas pela elite. Dessa forma, apresenta a análise de fontes obtidas através dos jornais Folha do Norte e O Estado do Pará, as revistas ilustradas Belém Nova e A Semana, com o intuito de evidenciar, por meio destas, a disseminação do que poderia ser bem visto pela elite de Belém. Estabelecendo uma análise do discurso presente nas páginas das publicações das referidas fontes, onde mostra o quão a aristocracia belenense era seletiva na condução musical de seus grandes eventos, podendo a partir de tais valores, compreender o embate entre padrão cultural imposto pelas elites e resistência do samba a estes padrões, mostrando seus espaços de circulação e identidade popular.

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Este artigo tem por objetivo apresentam o Plano Nacional de Energia Elétrica como principal análise. Entender os discursos dos jornais paraenses Diário do Pará e O Liberal durante os processos para conseguir a concessão da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, localizada em Altamira, oeste do Estado do Pará. A partir desse exercício, o presente trabalho a compreensão dos discursos indígena e jornalísticos no decorre da licitação. Para desenvolver este trabalho foi necessário o estudo prévio dos jornais O Liberal e Diário do Pará, que são meios de informações de significante importância no Estado. Assim com o fundamento da pesquisa também se dá através dos autores como Heloisa Cruz e Maria Peixoto (2007). Trata-se de desenvolver a questão do historiador e o uso da imprensa como estudo, Leinad Santos e Lucia Andrade (1988) que trabalham quanto as Hidrelétricas que seriam construídas no Xingu e debate sobre as consequências que traziam aos povos indígenas da região, além de relacionar com o Plano Nacional de Energia Elétrica 1987/2010 (Eletrobrás), pauta sobre o impactos ambientais que causaria a usina no rio Xingu, e consequentemente nas comunidades ao longo dele.

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O artigo trata sobre a objetificação do corpo da mulher negra em discursos midiáticos tendo como ponto de analise a produção cinematográfica das obras Xica da Silva e Escrava Isaura lançadas em 1976. Produzidas pelas empresas Embrafilme, Terra Filmes, Sagres filmes e TV Globo. Tendo como características semelhantes os discursos voltados à mulher negra, objetificação do corpo, propriedade e violência. Assim como destaca uma reflexão acerca de bibliografia especifica que apresenta importantes debates acerca da temática. Também é pauta desse trabalho tratar da relevância social desse tema para o movimento feminista negro contemporâneo, que discute também questões de preconceito racial com base no documento intitulado Carta das Mulheres Negras, fruto do movimento de relevância nacional ocorrido no dia 18 de novembro de 2015 e o mapa da violência contra a mulher de 2014. Para o desenvolvimento desses objetivos foram fundamentais os estudos de Viotte da Costa (2012), que discute questões relacionadas a estereótipos e fetiches em torna da mulher negra, Silva e Rosemberg (2008) que discutem sobre os espaços ocupados pelos negros na mídia, em destaque, o cinema e a literatura, Del Priore (1993) que discute sobre os conceitos da criação do papel social da mulher, Lino Gomes (ano) que discute sobre preconceito e a permanecia do mesmo pela existência de um sistema social racista, e por ultimo, Fernandes (2015) que discute sobre as relações étnicas raciais que são construídas historicamente através das representações sociais, destacando o conceito de corpo negro; ambos os autores conduziram-me na elaboração e na eficácia desse trabalho.

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O seguinte trabalho tem por objetivo refletir acerca das disparidades existentes entre as representações construídas tanto pelo Estado Nacional quanto pelos Tembé-Tenetehara do estado Pará no que tange a importância da Terra Indígena Alto Rio Guamá (TIARG), sobretudo quando envolve a utilização de seus rios. Para o desenvolvimento deste artigo foram fundamentais os trabalhos de Chartier (1990), que discute a influência que as representações exercem como mecanismo de dominação, Diegues (1994) e Furtado (1990) que apresentam as discussões sobre questões socioambientais presentes na relação entre a Esfera Pública e as populações tradicionais. Também foi fundamental para a tessitura desse trabalho a perspectiva de Leonardi (2013) que pontua o rio como um agente histórico em determinado recorte socioespacial, assim como O’Dwyer (2011) que debate acerca de território étnico e, por fim, Monteiro (1991) que enfatiza a necessidade de um maior protagonismo indígena na construção da historiografia acerca dessas populações. Esta pesquisa se debruça sob os conceitos de representação, território, territorialidade e identidade étnica e tornou-se necessário o diálogo com leituras tanto de cunho antropológico quanto aquelas que fazem parte da História Social e da Nova História Indígena.

RESUMO

Este trabalho demonstra como pode chegar ao debate da temática afrodescente e da contribuição dos africanos para a nossa atual sociedade, que em sua maioria é negra. Apesar de já estamos no século XXI, esse assunto ainda é delicado. Sendo assim será possível observar como foi a chegada desses povos para trabalhar como mão de obra escrava. E por se tratar de uma temática que está inserido na educação de crianças e adolescentes referindo-se a história do nosso país, foi exposto como um material auxiliar podendo ser usado por professores e aluno em amplos debates, no que se refere ao campo de estudo da história, o qual foi abordado se de fato a lei 10.639/03 que determina a obrigatoriedade nos currículos oficiais da temática “História e Cultura Afro-brasileira” está sendo cumpridos pelas editoras, autores. As fontes analisadas fazem parte da coleção de livros didáticos que foram lançados em 2015, pelo autor Alfredo Boulos Junior, intitulados História: sociedade e cidadania.

RESUMO

 Este trabalho tem como objetivos analisar e compreender as representações sobre a Belle Époque nos livros didáticos de História. Para isso, será feito uma breve análise do processo de modernização de algumas cidades brasileiras no final do século XIX e início do século XX, usando os autores: Nicolau Sevcenko (2003), Maria de Nazaré Sarges (2002) e Geraldo Mártires Coelho (2011). Além disso, este artigo discutirá a importância do livro didático como fontes e o uso do mesmo durante os anos no Brasil, onde os autores usados são: Marisa Lajolo (1996), Sonia Regina Miranda e Tania Regina de Luca (2004), Circe Bittencourt (2002/2004/2010/2011), Gilberto Luiz Alves e Carla Villamaina Centeno (2009), Erica da Silva Xavier e Maria de Fatima da Cunha (2011). Por último, o trabalho irá analisar as representações dos livros didáticos de História e são usados os autores: Roger Chartier (1988), Circe Bittencourt (2008), Célia Passos e Zeneide Silva (2014), Alfredo Boulos Junior (2013), Bianca Amaral (2008) e Renata Paiva (2012), Franciane Gama Lacerda (2010/2013), Maria de Nazaré Sarges (2013).